| Poema-música de Michael Jackson, não sei o que acontece, mas cada vez que pegamos nossas criações e desenhos lembramos deste magnífico poema escrito pelo genial Michael Jackson e que está em seu documentário This Is It. Não há como negar, é inspirador além de ser uma grande mensagem!!! | |
domingo, 11 de julho de 2010
Planeta Terra - Uma homenagem à um Gênio
sábado, 10 de julho de 2010
A Lenda do Açaí
Antes de existir a cidade de Belém, capital do Estado do Pará na Amazônia, uma tribo muito numerosa ocupava aquela região. Os alimentos eram escassos e a vida tornava-se cada dia mais difícil com a necessidade de alimentar todos os índios da tribo.
Foi aí que o cacique da tribo, chamado de Itaki tomou uma decisão muito cruel. Ele resolveu que a partir daquele dia todas as crianças que nascessem seriam sacrificadas para evitar o aumento de índios da sua tribo.
Um dia, no entanto, a filha do cacique, que tinha o nome de Iaçá, deu à luz uma linda menina, que também teve de ser sacrificada. Iaçá ficou desesperada e todas as noites chorava de saudades de sua filhinha.
Durante vários dias, a filha do cacique não saiu de sua tenda.
Em oração, pediu à Tupã que mostrasse ao seu pai uma outra maneira de ajudar seu povo, sem ter que sacrificar as pobres crianças. Depois disso, numa noite de lua, Iaçá ouviu um choro de criança. Aproximou-se da porta de sua oca e viu sua filhinha sorridente, ao pé de uma esbelta palmeira. Ficou espantada com a visão, mas logo depois, lançou-se em direção à filha, abraçando-a. Mas, misteriosamente a menina desapareceu.
Iaçá ficou inconsolável e chorou muito até desfalecer.
No dia seguinte seu corpo foi encontrado abraçado ao tronco da palmeira. No rosto de Iaçá havia um sorriso de felicidade e seus olhos negros fitavam o alto da palmeira, que estava carregada de frutinhos escuros.
O cacique Itaki então, mandou que apanhassem os frutos em alguidar de madeira, o qual amassaram e obtiveram um vinho avermelhado que foi batizado de Açaí, em homenagem a Iaçá (invertido é igual a açai).
Com o açai, o cacique alimentou seu povo e, a partir deste dia, suspendeu sua ordem de sacrificar as crianças.
Foi aí que o cacique da tribo, chamado de Itaki tomou uma decisão muito cruel. Ele resolveu que a partir daquele dia todas as crianças que nascessem seriam sacrificadas para evitar o aumento de índios da sua tribo.
Um dia, no entanto, a filha do cacique, que tinha o nome de Iaçá, deu à luz uma linda menina, que também teve de ser sacrificada. Iaçá ficou desesperada e todas as noites chorava de saudades de sua filhinha.
Durante vários dias, a filha do cacique não saiu de sua tenda.
Em oração, pediu à Tupã que mostrasse ao seu pai uma outra maneira de ajudar seu povo, sem ter que sacrificar as pobres crianças. Depois disso, numa noite de lua, Iaçá ouviu um choro de criança. Aproximou-se da porta de sua oca e viu sua filhinha sorridente, ao pé de uma esbelta palmeira. Ficou espantada com a visão, mas logo depois, lançou-se em direção à filha, abraçando-a. Mas, misteriosamente a menina desapareceu.
Iaçá ficou inconsolável e chorou muito até desfalecer.
No dia seguinte seu corpo foi encontrado abraçado ao tronco da palmeira. No rosto de Iaçá havia um sorriso de felicidade e seus olhos negros fitavam o alto da palmeira, que estava carregada de frutinhos escuros.
O cacique Itaki então, mandou que apanhassem os frutos em alguidar de madeira, o qual amassaram e obtiveram um vinho avermelhado que foi batizado de Açaí, em homenagem a Iaçá (invertido é igual a açai).
Com o açai, o cacique alimentou seu povo e, a partir deste dia, suspendeu sua ordem de sacrificar as crianças.
Foto Índios: Nair Benedicto
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Lendas Amazônicas
Produtos da Floresta que ajudam a manter a Amazônia em pé
Conheça alguns produtos importantes da Amazônia.
Gerar renda para as populações que vivem na Amazônia sem a necessidade de derrubar a mata. Essa é a aposta do Ministério do Meio Ambiente (MMA) ao estimular a coleta dos chamados “produtos da floresta”: óleos, frutas e seivas cada vez mais usados pela indústria e retirados de forma sustentável da natureza.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou um preço mínimo para quatro desses produtos: borracha, açaí, castanha de babaçu e pequi. Isso significa que, se as populações locais não conseguirem vendê-los acima do valor fixado, o governo cobre a diferença. A expectativa é de que, em breve, mais seis produtos entrem na lista: castanha-do-Brasil, andiroba, copaíba, buriti, piaçava e carnaúba.
Gerar renda para as populações que vivem na Amazônia sem a necessidade de derrubar a mata. Essa é a aposta do Ministério do Meio Ambiente (MMA) ao estimular a coleta dos chamados “produtos da floresta”: óleos, frutas e seivas cada vez mais usados pela indústria e retirados de forma sustentável da natureza.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou um preço mínimo para quatro desses produtos: borracha, açaí, castanha de babaçu e pequi. Isso significa que, se as populações locais não conseguirem vendê-los acima do valor fixado, o governo cobre a diferença. A expectativa é de que, em breve, mais seis produtos entrem na lista: castanha-do-Brasil, andiroba, copaíba, buriti, piaçava e carnaúba.
Conheça cada um deles:
Açaí
Conhecido por ter uma polpa com grande poder nutritivo, a fruta é consumida no mundo todo em bebidas, mix de frutas, sorvetes e cápsulas. No Brasil, o principal mercado consumidor é a cidade do Rio de Janeiro, onde é apreciado principalmente pelo público que pratica esportes.
Na região amazônica, o suco feito com a polpa é conhecido como “vinho de açaí”. O palmito também é um protuto importante dessa árvore. Hoje, o estado que lidera a produção é o Pará, com quase 90% do mercado.
Borracha natural
Presente nos pneus, preservativos, balões de festas e calçados, a borracha natural é utilizada em larga escala pela indústria do mundo todo. Apenas 1% do consumo brasileiro, contudo, provém das matas amazônicas. O restante é importado ou retirado de grandes plantações.
De acordo com o MMA, hoje a extração do látex – a seiva da seringueira, utilizada na fabricação da borracha – envolve entre 5 e 10 mil famílias. Os principais estados produtores são o Acre, Amapá e Pará.
À partir da seiva que produz a borracha natural está sendo feito um novo produto chamado de FDL. Avanços científicos e tecnológicos têm possibilitado
De acordo com o MMA, hoje a extração do látex – a seiva da seringueira, utilizada na fabricação da borracha – envolve entre 5 e 10 mil famílias. Os principais estados produtores são o Acre, Amapá e Pará.
À partir da seiva que produz a borracha natural está sendo feito um novo produto chamado de FDL. Avanços científicos e tecnológicos têm possibilitado
novas formas de aplicação do látex
retirado das seringueiras nativas, como na
produção de preservativos masculinos, luvas
cirúrgicas e folha defumada líquida (FDL).
O couro vegetal tem sido utilizado desde 1999,
com bons resultados, na confecção de bolsas,
pastas, sacolas, bonés, roupas, sapatos e brindes
corporativos como porta-níqueis, estojos, capas de
agendas e cadernetas. O material tem resistência,
leveza e impermeabilidade, substituindo de forma
ambientalmente adequada o couro animal.
A borracha é considerada um produto-símbolo para a conservação da floresta amazônica.
Representa não apenas a mais tradicional fonte de renda da região, mas também
a resistência ao desmatamento, simbolizada pela luta de Chico Mendes, seringueiro que
morreu em defesa da Amazônia e dos povos da floresta.
O couro vegetal é um tecido com consistência emborrachada, feito a partir de telas
de algodão banhadas com o látex extraído da seringueira (Hevea brasiliensis). Depois
de um processo artesanal de defumação, o tecido ganha textura, durabilidade, coloração
e propriedades similares às do couro, além de poder ser tingido em diferentes cores.
A fabricação do couro vegetal apoiada pelo WWF-Brasil obedece a rigorosos critérios
ambientais, contribuindo para a conservação de aproximadamente 200 mil hectares de
florestas nativas ao longo da bacia do Rio Purus. A coleta do látex é um dos mais sustentáveis
processos extrativistas da Amazônia, por não provocar danos à floresta. As comunidades
envolvidas com a produção do couro vegetal desenvolveram, com apoio do
WWF-Brasil, planos de manejo para as áreas trabalhadas.
Buriti
Essa palmeira elegante, que pode ultrapassar 30 metros de altura, ocorre nas áreas pantanosas. As folhas são usadas para cobertura de casas, e os frutos servem de alimento, na forma de sucos, doces e sorvetes.
Uma das apostas no buriti é o óleo de suas sementes, que é muito rico em vitamina A. De acordo com estudo do MMA, esse produto é uma das maiores fontes de beta-caroteno – substância importante na prevenção de várias doenças – conhecidas na natureza.
Uma das apostas no buriti é o óleo de suas sementes, que é muito rico em vitamina A. De acordo com estudo do MMA, esse produto é uma das maiores fontes de beta-caroteno – substância importante na prevenção de várias doenças – conhecidas na natureza.
Castanha de babaçu
Predominante de algumas regiões de transição entre a floresta amazônica, caatinga e cerrado, o babaçu é uma palmeira que garante renda a cerca de 300 mil mulheres que trabalham na coleta dos frutos, as famosas “quebradeiras”.
São conhecidas mais de 60 utilizações diferentes do babaçu. Da sua amêndoa retira-se um óleo comestível, que é utilizado também pela indústria para a produção de sabão. A polpa da fruta serve para a fabricação de farinha e a casca do coco é usada como carvão.
Como as frutas são coletadas de florestas nativas, o desmatamento é uma das maiores ameaças à coleta das castanhas.
Conhecida erroneamente como castanha-do-Pará, no entanto esta denominação tem mudado para Castanha-do-Brasil como é chamada fora do país, “Brazil nut”, afinal este tipo de castanha ocorre em todo o Brasil e não apenas no Pará. A fruta é consumida crua, tostada ou salgada, e muito utilizada na fabricação de bombons, bolos e sorvetes.
As sementes crescem reunidas dentro de uma casca dura e pesada, chamada de “ouriço”. Essa fato, somado à altura das árvores, que pode passar de 50 metros, faz da coleta da castanha-do-Brasil uma tarefa difícil e perigosa.
O ouriço tem sido utilizado para fazer pulseiras, acessórios e móveis.
O tamanho da árvore e a qualidade da madeira fizeram da castanheira um alvo importante da indústria madeireira, e a destruição de grandes castanhais nativos fez com que o corte da espécie fosse proibido.
Os estados do Amazonas, Pará e Acre lideram a atualmente a produção da semente.
As sementes crescem reunidas dentro de uma casca dura e pesada, chamada de “ouriço”. Essa fato, somado à altura das árvores, que pode passar de 50 metros, faz da coleta da castanha-do-Brasil uma tarefa difícil e perigosa.
O ouriço tem sido utilizado para fazer pulseiras, acessórios e móveis.
O tamanho da árvore e a qualidade da madeira fizeram da castanheira um alvo importante da indústria madeireira, e a destruição de grandes castanhais nativos fez com que o corte da espécie fosse proibido.
Os estados do Amazonas, Pará e Acre lideram a atualmente a produção da semente.
Fontes: Iberê Thenório
Do Globo Amazônia, em São Paulo
Do Globo Amazônia, em São Paulo
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sexta-feira, 9 de julho de 2010
Coco do babaçu e as Quebradeiras
Onde temos babaçuais?
Maranhão, Tocantins, Piauí, Pará, Goiás e Mato Grosso. No Brasil há 18.000.000 de hectares cobertos com as matas de babaçus, no entanto nos últimos anos alguns fazendeiros estão desmatando áreas de extrativismo das quebradeiras, por isso há um projeto de lei tramitando já há 12 anos na Câmara dos Deputados para se regulamentar as matas extrativistas,em regime de economia familiar, para as quebradeiras terem uso livre deste tipo de mata e regulamentar também o desmate de forma consciente e monitorada, sem destruir. Através deste projeto de lei procura-se também investimentos tanto do Governo Federal quanto Estadual para o desenvolvimento destas áreas em conformidade com a natureza.
A tradição de quebrar coco de babaçu passa de mãe para filha. 300 mil quebradeiras sobrevivem dos babaçus, nada se perde deste tipo de palmeira: da palha se produz casas e bolsas, a casca é transformada em carvão e artesanato, da massa se fazem alimentos, das amêndoas, óleo combustível, sabão e sabonete.
Acima temos um vídeo que nos mostra todo o processo do trabalho gerado por este tipo de matéria-prima, salientamos que consideramos muito importante este tipo de ação, pois é de fato o que mantêm a floresta valendo mais em pé do que derrubada. A grande revelação, para todos, é que determinadas matérias-primas disponíveis na floresta tem este poder. Quanto mais gente se interessar por elas mais os catadores, artesãos e designers poderão desenvolver meios e novos produtos para que o desenvolvimento sustentável se expanda cada vez mais, treinando o nosso olhar para procurarmos até nos descartes da própria natureza. Ao aprendermos olhar e observar a Mãe Natureza nos trará as soluções.
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